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segunda-feira, 1 de novembro de 2010
domingo, 31 de outubro de 2010
História das câmeras fotográficas (Por Adriana T. Lopes)
Camera-obscura - 1800
Câmera para "cartes de visite" de François Anzoux - 1876
Câmera Voigtländer para daguerreótipos - 1841
Câmera Bourguin - 1845
Aparelho universal de Chavalier - 1856
Câmera microfotográfica Dagron - 1860
Chambre Automatique" de Bertsch - 1860
Aparelho Dubroni nº 1 - 1864
Photo-Binocular - 1867
Câmera para "cartes de visite" de François Anzoux - 1876
Tourograph nº 1 - 1878
Construir um aparelho fotográfico já foi uma atividade artesanal que requeria grande paixão e entusiasmo. Mas hoje em dia, habituados a ver as pequenas câmeras compactas produzidas em larga escala, olhamos com um sorriso condescendente para as primeiras tentativas de construir a caixa mágica que capturava as imagens numa chapa de vidro. No início do século XIX, quando a fotografia dava os seus primeiros passos, vários construtores se lançaram nessa árdua tarefa. Com muitas dificuldades, muito engenho e também alguma ingenuidade, produziram máquinas absolutamente fascinantes que, longe de nos fazer sorrir, deviam, pelo contrário, suscitar a nossa admiração.
Os primeiros modelos, antepassados dos modernos aparelhos, eram grandes e pesadas caixas de madeira polida com aplicações em metal. Representavam a essência da técnica fotográfica: uma abertura com uma lente que dirigia a luz para o fundo da câmara escura onde se encontrava uma chapa de vidro com a emulsão. As primeiras emulsões, daguerreótipos, calótipos ou colódio úmido, eram ainda pouco sensíveis à luz. Somente no início da década de 1870 começaram a aparecer as primeiras chapas utilizando gelatina. Foi também por essa altura que aumentou a sensibilidade das emulsões e, conseqüentemente, a sua rapidez.
Essas chapas possuíam grandes formatos e alojavam-se dentro das caixas através de uma ranhura com encaixe. "Rebobinar" era então uma operação demorada e delicada, e até cansativa, devido ao peso do material. Para transportar a câmera, o conjunto dos acessórios e o número de chapas suficiente para fotografar, geralmente era necessária uma carroça puxada por um animal (não esqueçamos que a essa altura o automóvel ainda não tinha sido inventado).
Mas os imaginativos fabricantes da época tinham noção da pouca funcionalidade destes pesados equipamentos, e não descansaram enquanto não encontraram soluções mais práticas e rápidas. Surgiram então câmeras portáteis com outros suportes de captação de imagem (discos, filmes em rolo, etc.) e de tamanho mais reduzido. Também a madeira foi sendo progressivamente substituída pelo metal, ganhando-se leveza e robustez. É possível vermos até em alguns destes modelos fortes semelhanças com as compactas actuais. Existem esforços de miniaturização verdadeiramente comoventes, como as câmeras com forma de relógio ou de revólver.
Os primeiros modelos, antepassados dos modernos aparelhos, eram grandes e pesadas caixas de madeira polida com aplicações em metal. Representavam a essência da técnica fotográfica: uma abertura com uma lente que dirigia a luz para o fundo da câmara escura onde se encontrava uma chapa de vidro com a emulsão. As primeiras emulsões, daguerreótipos, calótipos ou colódio úmido, eram ainda pouco sensíveis à luz. Somente no início da década de 1870 começaram a aparecer as primeiras chapas utilizando gelatina. Foi também por essa altura que aumentou a sensibilidade das emulsões e, conseqüentemente, a sua rapidez.
Essas chapas possuíam grandes formatos e alojavam-se dentro das caixas através de uma ranhura com encaixe. "Rebobinar" era então uma operação demorada e delicada, e até cansativa, devido ao peso do material. Para transportar a câmera, o conjunto dos acessórios e o número de chapas suficiente para fotografar, geralmente era necessária uma carroça puxada por um animal (não esqueçamos que a essa altura o automóvel ainda não tinha sido inventado).
Mas os imaginativos fabricantes da época tinham noção da pouca funcionalidade destes pesados equipamentos, e não descansaram enquanto não encontraram soluções mais práticas e rápidas. Surgiram então câmeras portáteis com outros suportes de captação de imagem (discos, filmes em rolo, etc.) e de tamanho mais reduzido. Também a madeira foi sendo progressivamente substituída pelo metal, ganhando-se leveza e robustez. É possível vermos até em alguns destes modelos fortes semelhanças com as compactas actuais. Existem esforços de miniaturização verdadeiramente comoventes, como as câmeras com forma de relógio ou de revólver.
Texto e imagens disponível no site: http://ajusteofoco.blogspot.com/2010/08/cameras-fotograficas-antigas-parte-i.html
PARA SABER MAIS:
Falta de referências (Por Adriana T. Lopes)
Gostaríamos de registrar aqui um protesto quanto à falta de referências na utilização de fotografias.
A internet sem dúvidas possibilitou a popularização das informações. Mas estas têm sido utilizadas de forma errônea, sem os créditos e referências, como uma propagação do plágio.
Nós dificilmente encontramos referências.
A fotografia também é arte e é criada por alguém, que merece destaque.
A internet sem dúvidas possibilitou a popularização das informações. Mas estas têm sido utilizadas de forma errônea, sem os créditos e referências, como uma propagação do plágio.
Nós dificilmente encontramos referências.
A fotografia também é arte e é criada por alguém, que merece destaque.
Lady Diana (Princesa do Povo) - (Por Adriana T. Lopes)
fashionbubbles.com
O casamento real de HRH Príncipe Charles e Lady Diana Spencer foi considerado um dos ícones do século XX, tendo ficado gravado na memória de milhões de pessoas em todo o mundo. Mais de 800 milhões de pessoas assistiram ao casamento, pela televisão.
O casamento do casal teve lugar na Catedral St. Paul no dia 29 de Julho de 1981. Foi realizado pelo Bispo de Canterbury que o descreveu como “um conto de fadas”. A cerimónia foi vista na televisão no mundo inteiro por mil milhões de pessoas. [1].
Fonte: pliniocorreadeoliveira.info
Princesa Diana de Gales, também conhecida pelo apelido de "Princesa do Povo", foi uma das personalidades mais carismáticas da família real britânica. Lady Diana nasceu em 1 de Julho de 1961 em Sandringham, Norfolk, Inglaterra. Tinha apenas vinte anos quando se casou com o príncipe Charles, também príncipe de Gales, em 1981.
A sua beleza aristocrática e o seu status real fez dela uma das mulheres mais fotografadas do mundo.
Com dois filhos da união com o príncipe Charles, William e Harry, segundo e terceiro lugares respectivamente na linha de sucessão ao trono britânico, o casamento de alto perfil não durou muito tempo. Princesa Diana e o príncipe Charles separaram-se em 1992 e divorciaram-se em 1996.
Depois do divórcio, a princesa Diana dedicou-se ao trabalho de caridade e causas humanitárias. Fez um trabalho notável para crianças carentes, vítimas da Sida e vítimas de abuso de drogas. Em 1987, tornou-se a primeira pessoa real a apertar a mão de pacientes com Sida. Também defendeu o dia internacional anti-pessoal da campanha de minas terrestres, que passou a ganhar o Prémio Nobel da Paz em 1997.
Desempenhou um papel significativo na obtenção do Tratado de Otava (Tratado de Banimento), o tratado internacional sobre a proibição de colocar armazenamento, produção e utilização de minas terrestres anti-pessoais. Princesa Diana foi associada a várias organizações de caridade e projetos de caridade. Muitas organizações ofereceram quantidades substanciais de dinheiro, bastava a presença da princesa Diana por alguns minutos. Ela era a vice-presidente da Sociedade da Cruz Vermelha Britânica e serviu como membro do Conselho Internacional da Cruz Vermelha Consultivo. Foi também a patrona da British Deaf Association.
No entanto, a morte trágica e repentina da Princesa Diana num acidente de carro abalou o mundo inteiro. A "Princesa do Povo" morreu em 31 de agosto de 1997 [2].
No entanto, a morte trágica e repentina da Princesa Diana num acidente de carro abalou o mundo inteiro. A "Princesa do Povo" morreu em 31 de agosto de 1997 [2].
Fonte: Biografias.net
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Prêmio Pulitzer (Por Adriana T. Lopes)
Segundo o site wikipédia: "O Prêmio Pulitzer é um prêmio estadunidense outorgado a pessoas que realizem trabalhos de excelência na área do jornalismo, literatura e música. É administrado pela Universidade de Colúmbia em Nova Iorque. Foi criado em 1917 por desejo de Joseph Pulitzer que, na altura da sua morte, deixou dinheiro à Universidade de Colúmbia. Parte do dinheiro foi usada para começar o curso de jornalismo na universidade em 1912.
O primeiro Prêmio Pulitzer foi dado em 4 de Junho de 1917, e é anunciado sempre em abril. Os indicados são escolhidos por uma banca independente.
Os prêmios são anuais e divididos em 21 categorias. Em vinte delas, os ganhadores recebem um prêmio de dez mil dólares em dinheiro e um certificado. O vencedor na categoria Serviço Publico de Jornalismo ganha uma medalha de ouro; o prêmio de Serviço Público é sempre dado a um jornal, não a um indivíduo, mesmo que um indivíduo seja citado.
Apenas matérias e fotografias publicadas por jornais nos Estados Unidos são eligíveis pelo prêmio de jornalismo.
No Brasil, um dos equivalentes ao prêmio Pulitzer é o Prêmio Esso" [1].
Kevin Carter - Prêmio Pulitzer de fotografia free-lancer de 1994
Kevin Carter, (1960-1994), ganhou o Prêmio Pulitzer de fotografia free-lancer de 1994 com esta foto. Ela foi tirada durante a grande fome do Sudão. O que hoje ainda acontece em Darfur.
A foto retrata uma criança caindo de inanição, nas proximidades de um campo de alimentação das Nações Unidas, a apenas um quilômetro de distância.
"O abutre está só esperando a criança morrer para devorá-la." Ou talvez, antes.
Está foto, conforme previra seu autor, chocou o mundo inteiro. Ninguém sabe o que aconteceu com a criança. Isto inclue o fotógrafo Carter que deixou o local tão logo tirou sua fotografia."
"Três meses mais tarde, ele cometeu suicídio por causa de depressão." Cada vez que olhava a foto na parede de sua sala, lembrava de que tivera a oportunidade de ajudar, mas nada fez, a não ser criticar a ONU com a publicação da foto.
O remorso pela omissão, dizem que o levou à morte, embora os amigos desmintam.
Moral desta história: Aqueles que estão habituados a procurar defeitos nos outros, porque só sabem criticar, diante da realidade não sabem ajudar, pois continuam procurando alguém para por a culpa.
Source: http://www.huaren.com/UnitedNations/photo-1.htm
A foto retrata uma criança caindo de inanição, nas proximidades de um campo de alimentação das Nações Unidas, a apenas um quilômetro de distância.
"O abutre está só esperando a criança morrer para devorá-la." Ou talvez, antes.
Está foto, conforme previra seu autor, chocou o mundo inteiro. Ninguém sabe o que aconteceu com a criança. Isto inclue o fotógrafo Carter que deixou o local tão logo tirou sua fotografia."
"Três meses mais tarde, ele cometeu suicídio por causa de depressão." Cada vez que olhava a foto na parede de sua sala, lembrava de que tivera a oportunidade de ajudar, mas nada fez, a não ser criticar a ONU com a publicação da foto.
O remorso pela omissão, dizem que o levou à morte, embora os amigos desmintam.
Moral desta história: Aqueles que estão habituados a procurar defeitos nos outros, porque só sabem criticar, diante da realidade não sabem ajudar, pois continuam procurando alguém para por a culpa.
Source: http://www.huaren.com/UnitedNations/photo-1.htm
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Massacre da Paz Celestial (Por Adriana T. Lopes)
Foto de Jeff Widener conhecida como "O Rebelde Desconhecido de Tiananmen"
A imagem de um manifestante diante de uma coluna de tanques tornou-se ícone do massacre da Paz Celestial. A foto, conhecida como "O Rebelde Desconhecido de Tiananmen", foi feita por Jeff Widener, concorreu ao Prêmio Pulitzer e ganhou diversos prêmios. O homem solitário, que jamais foi identificado, ganhou o apelido de "tank man" (o homem do tanque). A revista "Time" apontou o "tank man" como uma das cem pessoas mais influentes do século 20. [1]
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Guerra do Vietnã (Por Adriana T. Lopes)
Courtesy Keystone/Getty Images
A imolação é uma das maneiras mais dolorosas de morrer. É o que faz com que o protesto deste monge budista contra a Guerra do Vietnã, por meio do ato de ser queimado vivo, seja bem mais significativo
A imolação é uma das maneiras mais dolorosas de morrer. É o que faz com que o protesto deste monge budista contra a Guerra do Vietnã, por meio do ato de ser queimado vivo, seja bem mais significativo
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As imagens da guerra transmitidas pela televisão, mostrando a morte de soldados norte-americanos, exerceram forte influência na opinião pública dos Estados Unidos. A maioria da população passou a pedir o fim da guerra. Ao mesmo tempo, milhares de jovens norte-americanos deixavam o país para escapar do serviço militar [1].
Os Estados Unidos despejaram no Vietnã mais bombas do que foram lançadas na Segunda Guerra Mundial. Mesmo assim, os vietcongues conseguiram resistir e vencer o conflito. Em 1975, com a invasão da capital do Vietnã do Sul, Saigon (atual Ho Chi Minh), pelos vietnamitas do norte e pelos vietcongues, os últimos norte-americanos deixaram o país.
Cerca de 58 mil norte-americanos morreram no Vietnã. Muitos outros ficaram feridos ou mutilados. Quanto ao Vietnã, as perdas foram imensas: cerca de 3 milhões de baixas, entre soldados e pessoas da população civi [2]l.
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2 - Idem
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